6. fev, 2016

A REFORMA PROTESTANTE – PARTE 01

O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE A REFORMA PROTESTANTE – PARTE 01

 

Tenho estado em algumas comunidades evangélicas e também assistido à muitos programas evangélicos e vejo a ausência de conhecimento de seus membros sobre a REFORMA, ou melhor dizendo, muito pouco ou nada entendem sobre a HISTÓRIA DO PROTESTANTISMO. Senti então a necessidade em usar nosso BLOG e lançar um estudo que coloque nosso povo sabedor da verdade do porque da revolta dos CRISTÃOS em favor da VERDADE QUE LIBERTA, existente no EVANGELHO. Falar da luta de nossos antepassados que tudo fizeram para desmascarar os religiosos que lutaram e ainda lutam para esconder a LIBERADE DA GRAÇA em troca dos apelos terríveis do pecado.

 

Quando fiz seminário eu defendi a tese: “A VERACIDADE E A AUTENCIDADE DA BÍBLIA”. Portanto tenho um acervo sobre a BÍBLIA e a história que a cerca através dos séculos. Tenho vários livros que me serviram e me informaram e foi através deles que hoje tenho claras as várias situações que A VERDADE LIBERTADORA vem combatendo e vencendo, de maneira esmagadora, as mentiras religiosas. No final de nossas aulas darei as fontes que venho usando na ajuda para elaboração dos materiais das aulas.

 

A REFORMA –  (Lutero e o Começo da REFORMA)

A situação religiosa e econômica da Alemanha no início do século XVI era crítica sob muitos aspectos. Impostos e interferência papais em assuntos de nomeações eram considerados opressivos. A administração dos negócios eclesiásticos pela cúria papal era tida como onerosa e corrupta. O alto clero do país, tanto quanto o baixo, era bastante criticado pelo mau exemplo que dava. As cidades mercantis estavam desgostosas com a isenção de impostos sobre o clero, os muitos dias santos e a excessiva tolerância da Igreja com a mendicância. Em muitos lugares, os mosteiros desvirtuados necessitavam reformas. Suas imensas extensões de terras eram mal vistas pelos nobres que gostariam de possuí-las, e pelos campônios que nelas trabalhavam. No geral, os camponeses viviam em inquietação econômica, não sendo a menor de suas queixas e os dízimos e alugueis cobrados pelo alto clero local. Juntava-se a estes motivos de intranquilidade, o fermento intelectual do nascente humanismo germânico e o agitante despertamento religioso popular, manifesto no profundo medo e consciência da necessidade de salvação. É evidente, pois, que se estes agravos achassem expressão em determinado líder, sua voz encontraria muitos ouvintes.

 

Seria bom tomarmos cuidado com a palavra DESPERTAMENTO, pois esta palavra não quer dizer, no caso da historia da Igreja, AVIVAMENTO, ou histerismo coletivo, mas a necessidade real do DESPERTAR para a “FOME E SEDE DE JUSTIÇA”. DESPERTAMENTO significa sair do “oba-oba” religioso e lutar pela PROFECIA já revelada na PALAVRA DE DEUS.

 

Israel Sarlo

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