7. dez, 2014

DIVIDIDO ENTRE DOIS CAMINHOS

"Amigos, vocês não devem ter nenhum problema para entender isto, pois conhecem a lei - como ela funciona e como afeta apenas quem está vivo. Por exemplo, uma mulher casada é legalmente unida ao marido enquanto ele vive, mas, se ele morrer, ela está livre. Se viver com outro homem enquanto o marido está vivo, sem dúvida ela será adúltera. Mas, se ele morrer, ela está livre para se casar com outro homem, sem crise de consciência e sem que ninguém a desaprove".

 

(Não esqueçam que este texto foi escrito para os da lei e como comparação para o que vem logo após. Prestem a atenção no que vem a seguir).

 

"Portanto, meus amigos, isso é semelhante ao que aconteceu com vocês. Quando Cristo morreu, ele tomou sobre si todo aquele modo de vida dominado por regras e o deixou no túmulo. Vocês ficaram livres para 'se casar' com a vida da ressurreição e gerar uma 'descendência' de fé para Deus (lembram-se quando falo da outra família?). Enquanto vivíamos aquele antigo modo de vida, fazendo o que bem entendíamos, o pecado produzia os frutos que o antigo código da lei gerou em nós, o que nos deixou ainda mais rebeldes. Por fim, tudo que geramos foi morte. Mas agora, que não estamos mais acorrentados ao casamento dominador do pecado, livres daqueles regulamentos opressivos, estamos livres para viver uma vida nova, na liberdade de Deus".

 

(Leram cuidadosamente este parágrafo? Não entenderam? Então leiam outra vez).

 

"Alguém pode dizer: 'Se o código da lei era tão mau assim, ele não era melhor que o pecado'. Não é verdade. O código da lei tinha uma função legítima. Sem suas orientações claras sobre certo e errado, nada saberíamos sobre o comportamento moral. Sem o mandamento sucinto 'Não cobiçarás', eu teria considerado a cobiça uma virtude e arruinado minha vida".

 

"Vocês não se lembram de como eram as coisas? Eu me lembro perfeitamente. O código da lei começou muito bem. Mas acontece que o pecado encontrou uma maneira de perverter o mandamento, transformando-o em tentação, fazendo dele um 'fruto proibido'. O código da lei, em vez de ser usado para me guiar, serviu para me seduzir. Sem a complexidade do código da lei, o pecado parecia sem atrativos e sem vida, e eu seguia meu caminho sem dar muita atenção a ele. Mas, depois que o pecado pôs as mãos no código da lei e se tornou chamativo, fui enganado e caí. O mesmo mandamento que deveria me guira à vida foi maliciosamente usado para me enganar, levando-me a um desvio. Desse modo, o pecado estava vivo; eu, morto. Mas o código da lei, em si, é bom; e sabedoria da parte de Deus, e cada mandamento é saudável e santo".

 

(Percebam que Paulo fala da lembrança das coisas do código da lei. Só se lembra quem já se distanciou. Percebam que Paulo fala que este código é bom e sábio quando está em Deus, mas quando o homem distorce/tira proveito para seu bel prazer, este código é maldito. Quando o pecado coloca a mão neste código as coisas apodrecem. Este CÓDIGO DE LEI, só será entendido pelo CÓDIGO DO EVANGELHO).

 

"Prosseguindo, já posso ouvir a próxima pergunta de vocês: 'Quer dizer que não posso confiar no que é bom [isto é, na lei]? O bem é tão perigoso quanto o mal?'. É claro que não! O pecado apenas fez aquilo que o tornou famoso: usar o bem como cobertura para me induzir a fazer o que no final iria me destruir. Ao ocultar o bom mandamento de Deus, o pecado provou consequências negativas que jamais conseguiria causar por si só".

 

Romanos 7: 1-13 (versão A Mensagem)

 

Continuaremos com esta FALA APOSTÓLICA no próximo estudo.

 

 

Israel Sarlo

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