4. jan, 2015

LEVANTANDO O VÉU

"O governo da morte, com sua constituição escrita em tábuas de Pedra, teve uma cerimônia de inauguração deslumbrante. O rosto de Moisés, enquanto entregava as tábuas de pedra, era tão brilhante quanto o dia (ainda que se desvanecesse muito rapidamente), e o povo de Israel não podia olhar direito para ele, assim como não pode encarar o sol. Quão mais deslumbrante, então, será o governo do ESPÍRITO VIVO?"

 

"Se o governo de condenação foi impressionante, que dizer do governo da afirmação? O antigo governo, que tanto brilhava, parecia escuridão diante do novo. Se o acordo temporário já nos impressionou, quanto mais o deslumbrante governo que durará toda a eternidade!"

 

"Com esse tipo de esperança que nos anima, nada nos segura. Ao contrário de Moisés, não temos nada a esconder. Conosco, tudo acontece às claras. Ele usava um véu para que os israelitas não percebessem o brilho que aos poucos ia morrendo – e eles não perceberam. Não foram capazes de perceber na época e não percebem agora que não há nada naquele véu. Ainda hoje, quando as proclamações do governo antigo são lidas, eles nada veem. Somente Cristo pode tira o véu a fim de que eles possam ver por si mesmo que não há nada lá".

 

"No entanto, quando eles se voltam para Deus, como Moisés fez, Deus remove o véu, e lá estão eles! - face a face com o Senhor! Descobrem de repente que Deus é uma presença pessoal, viva, não uma peça de pedra esculpida. E, quando Deus está presente, um Espírito vivo, aquela constituição antiga e repressora se torna ultrapassada. Estamos livres dela! Todos nos! Nada mais fica entre nós e Deus, nossa face brilha com o brilho de sua face. Somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele".

 

(Exortação de Paulo a Corinto - 2ª Coríntios 3:7-16).

 

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