12. jun, 2019

COMPRADOS PARA SERMOS LIVRES.

 

“Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1ª Co.6:19,20).

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens” (1ª Co.7:23).

Já somos cientes que não fomos “comprados com ouro, nem prata”. O verbo “COMPRADO” nos coloca em estado de escravos. Estávamos vendidos ao pecado, isto é, não tínhamos como acertar o alvo, portanto, tudo que viéssemos a fazer não prosperaria, mesmo ricos, estaríamos longe da prosperidade.

Esta era a situação da humanidade, pois “Todos pecaram e ficaram destituídos da Glória de Deus” (Rm.3:23). Segundo Davi, no Salmo 51, os Holocaustos não agradavam a Deus. Segundo Amós 5, Deus não aceitava os “Cânticos das Assembleias...”, no entanto era necessário resgatar a humanidade completamente perdida e não somente os humanos, mas a própria natureza, segundo Romanos 8, em desespero espera a liberdade do homem para se ver livre da prisão.

Para melhor entendimento é importante que saibamos que havia uma “CÉDULA DE DÍVIDA CONTRA NÓS...”. Precisávamos de uma CARTA DA ALFORRIA: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl.2:14).

Percebam que havia um documento em forma de cédula, promissória ou cheque, que, em suas ordenanças, ou mando de execução, era contra nós e Jesus riscando-a, a anulou ou a assumiu, cravando-a na cruz.

Se você ler o V. 15 vai se encantar: “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”.

Esta verdade está sendo deixada para trás nos púlpitos das religiões. Hoje se cobra financeira e psiquicamente, aos “FIÉIS”, através da extinção e do medo esta “CÉDULA DE DÍVIDA”, pois já está paga/quitada pelo MESTRE JESUS.

Portanto não somos devedores a ninguém a não ser no “AMOR”.

 

Por Israel Sarlo