26. jun, 2019

O QUE VEMOS NÃO É O QUE DEVERÍAMOS ENXERGAR.

"Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não enxergam e, ouvindo, não escutam nem entendem’. Neles se cumpre a profecia de Isaías: ‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’.” (Mateus 13:13-15)


Quando somos exortados a termos ALEGRIA nas tribulações, somos advertidos a um exercício além das forças e perspectivas humanas, pois, como humanos, só aprendemos a nos exaltarmos pelo que temos ou frustramos pelo que não temos.
Este exercício trazido na tribulação (nosso divisor entre TER e SER) e o que nos leva ao CRER é decisão do TER & SER nos levando a banca rota moral, social, física e financeira ou nos proporcionando:


  1°- PACIÊNCIA;

  2°- EXPERIÊNCIA e

  3°- ESPERANÇA.


São estes três resultados do exercício da TRIBULAÇÃO que nos fazem entender as três ferramentas. Estas ferramentas que nos fazem escolher a melhor para mudar o mundo, criando CIRCUNSTÂNCIAS favoráveis:

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o Amor (caridade), estas três, mas a maior destas é o Amor” (1ª Co. 13:13).


1ª- FÉ;

2ª- ESPERANÇA e

3ª- AMOR (caridade) - sendo das três o amor o maior de todos.


Paulo em Romanos 8:18 nos ensina:

“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm. 8:18).


As “AFLIÇÕES” deste tempo presente são os exercícios tribulatórios explicados acima e o problema está em decidir executa-los ou não - é nossa escolha, ainda sim deve-se considerar a leveza do fardo e do jugo suave e com a fé, brotada do crer nas revelações que hão de ser reveladas, pois ainda estão em nosso “OCULTO”.


Nossos problemas diários ou sazonais vêm unicamente atraídos por nosso foco onde depositamos nosso norte e porque trabalhamos, lutamos e morremos. Este nosso foco se transformou em nosso TOTEM, nosso objetivo maior. É ruim ter sonhos, desejos e vontades ligados ao “FRUTO DO ESPÍRITO”? Claro que não, mas quando ficamos na ZONA DAS “OBRAS DA CARNE” sem a orientação de nosso espírito, os ADMINISTRADORES se veem despidos do exercício da tribulação e das três ferramentas de 1ª Coríntios 13:13. Não pode fundir COMUNHÃO, INTUIÇÃO e CONSCIÊNCIA NOS NOSSOS TRÊS CORPOS:


1°- CORPO FÍSICO;

2°- CORPO PSÍQUICO (alma)

3°- CORPO ESPIRITUAL.


Temos três ramos bem importantes no FRUTO e nas OBRAS: UM NO FRUTO DO ESPÍRITO, o qual é DOMÍNIO PRÓPRIO; DOIS TERRÍVEIS NAS OBRAS DA CARNE. São eles:


1°- IDOLATRIA - sentimentalizando coisas sem pensamentos e sentimentos e

2°- FEITIÇARIA - nos deixando crer no valor das coisas, que segundo Paulo, com o uso se desfaz com o tempo.


IDOLATRIA & FEITIÇARIA estão para o pensamento e sentimento. Precisarão de tempo para destrincha-las colocando cada uma em seu devido lugar. Elas não podem ocupar nossas mentes, pois se assim acontecer o lugar onde deveria ser ocupado pela “MENTE DE CRISTO” passa ser Fortaleza das “OBRAS DA CARNE” e o que morre de imediato são:


1°- COMUNHÃO - não havendo dois ou três em comunhão Jesus estará ausente;

2°- A INTUIÇÃO cessará por completo, sendo substituída por instintos (reduzimos aos animais) e

3°- Não exercitaremos crescendo na CONSCIÊNCIA, não entraremos nos três corpos, mas “PROFUNDIDADES E RIQUEZAS DE DEUS” segundo nos esclarece Paulo.


Saibam que “TUDO É POSSÍVEL”, todas as coisas estão a nossa disposição, tudo foi dado para o crescimento de nossos três corpos, pois para isto o MESTRE cresceu em:


1º- GRAÇA;

2°- ESTATURA e

4°- CONHECIMENTO.


Se multiplicou pães e peixe, curou leprosos, deu vista a cego, audição ao surdo, vida ao morto, andou sobre águas ..., isto quer dizer que ninguém dá o que não tem; embora nunca tenha usado nada disto para enfeitiçar ou idolatrar povos, ao contrário, teve “DOMÍNIO PRÓPRIO” mesmo confessando: “Se eu quiser meu Pai mandaria anjos que lutariam por mim ou me alimentaria”. Porém, Ele preferiu os exercícios entre os corpos para que nestes três corpos tivéssemos “VIDA ABUNDANTE”.


Por Israel Sarlo.