Estudo bíblico

28. dez, 2016

O apóstolo Paulo, faz um lembrete sobre o que realmente importa, para que sejamos livres das ilusões e distrações enganosas dessa vida. Claro, é importante o que fazemos ao que tange o homem natural (temporal), porque temos necessidades naturais, como: fome, sede, emoções, vontades, pensamentos... Mas observe bem como elas são dirigidas. Examine-se.

 

Para ajudar, vejamos sobre o que Paulo faz-nos lembrar:

 

Bem, eu estou escrevendo para lembrar a vocês acerca do evangelho que já anunciei a todos. Vocês receberam a Palavra, e é nela que vocês devem perseverar. É no Evangelho que nossa perseverança encontra a salvação, isto quando conservamos a Palavra sem fazer em seu conteúdo mudanças que corrompam o Evangelho.

Portanto, não busquem invenções, mas conservem a Palavra da Graça conforme eu, Paulo, a anunciei a vocês. Isto se é que nenhum de vocês deseja ter crido à toa!

 

Vou repetir mais uma vez o que eu mesmo já entreguei como verdade a vocês. Primeiramente eu entreguei a vocês o que também recebi dos que me antecederam, a saber: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; que apareceu a Pedro, e depois aos doze apóstolos; depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já morreram; depois apareceu a Tiago; então, outra vez, a todos os apóstolos; e, por último, depois de todos apareceu também a mim, como a um ser arrancado do ventre pelo trauma de uma intervenção.

 

Eu, Paulo, sou o menor dos apóstolos, que nem sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus. Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos os que me antecederam; todavia não eu, mas a graça de Deus em mim! Então, ou seja eu, ou sejam eles quem primeiro pregou, não importa, visto que assim pregamos e assim vocês creram. E o que se prega, sejam eles, seja eu? Ora, nós pregamos que Cristo ressuscitou dos mortos! Isto é o que pregamos. Mas, se prega que Cristo foi ressucitado dentre os mortos, como então dizem alguns entre vocês que não há ressurreição de mortos? Quem afirma tem que saber qual é a conseqüência de tudo o que afirma, pois, cada declaração carrega em si as suas próprias conseqüências para a fé. Querem ver?

 

Tanto faz se vocês negarem o conceito como o fato; se negam o conceito da ressurreição; ou se negam o fato da ressurreição. Pois se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a fé de todos vocês. E pior ainda: se não há ressurreição, deveríamos também nos considerar como “falsas testemunhas de Deus”, afirmando que Ele ressuscitou a Cristo, ao qual—se não há ressurreição—Deus não ressuscitou! Isto no caso de ser verdade o que alguns de vocês declaram; ou seja: que os mortos não são ressuscitados.

 

É uma questão de lógica, e vocês têm que aprender também a pensar, pois, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a nossa fé, e vocês ainda estão nos seus próprios pecados, sem terem obtido a graça do perdão.  E ainda mais: os que morreram em Cristo, tendo essa fé estão perdidos!

 

Meus queridos amigos e irmãos em Cristo Jesus: se a nossa esperança em Cristo é algo apenas para nos dar um pequeno lastro para existir na terra, tenho a dizer a vocês que nós somos os mais miseráveis de todos os homens. Sim! Se nossa fé é apenas algo para as ilusões do tempo, nós somos dentre os homens os mais dignos de lástima!

 

Argumentações desnecessárias à parte, caminhemos para aquilo que é, e que não pode ser mudado. Na realidade, Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele o primogênito da verdadeira ressurreição. E por que? Ora, assim como por um homem, Adão, veio a morte; também por um homem, Jesus, veio a ressurreição dos mortos! Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.

Cada um, porém, na sua ordem: Cristo veio primeiro, vencendo a morte, depois ressuscitarão os que na vinda de Cristo são dele. Neste ponto teremos chegado ao fim-começo de todas as coisas, quando Cristo entregar o reino a Deus, o Pai; quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder.

 

Enquanto isto, é necessário que Ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés. E o último inimigo a ser destruído é a morte. Afinal, está escrito: A todas as coisas Deus sujeitou debaixo de Seus pés! Mas quando a Palavra diz que todas as coisas estão sujeitas a Jesus, claro que ela excetua Aquele que sujeitou a Cristo todas as coisas. Mas quando todas as coisas estiverem sujeitas a Cristo, então também o próprio Filho se sujeitará Àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que o Pai seja tudo em todos.

 

Até algumas “infantilidades” de vocês dependeriam da ressurreição ser verdadeira ou não. De outra maneira, que farão os que se batizam pelos que morreram sem terem sido batizados? Sim, supondo que fosse válido, por que batizar-se por eles, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Isto sem falar na vida que nós escolhemos para viver. Sim, por que nos expomos também nós a perigos a toda hora? Eu declaro que é pela glória que tenho em Cristo Jesus nosso Senhor que eu vivo morrendo todos os dias!

 

Ou o que vocês acham que seja a minha motivação para viver? Como homem e com as próprias mãos, combati em Éfeso com as feras... Que me aproveita isso se não há ressurreição? Se os mortos não são ressuscitados, comamos e bebamos, porque amanhã morreremos!

E mais: se assim é, vivamos como se assim fosse, sem ficarmos brincando de “Cristo”, nem tampouco de “culto”, e muito menos ainda expondo-nos a perigos que não trazem paga.

 

Que ninguém se engane a si próprio. Tudo isto só está acontecendo porque vocês foram contagiados pelas falsas reflexões, e, pelas falsas doutrinas. Não esqueçam: As más companhias corrompem os bons costumes.

 

Chega de sono! Acordem para a realidade, a verdade e a justiça, e não pequem mais contra o que é; porque alguns no meio de vocês ainda não têm conhecimento de Deus.

Digo isto para vergonha de vocês, pois, quem conhece a Deus, sempre sabe identificar uma falácia quando a ouve.

 

Então, alguns de vocês dizem: Está certo. Nós cremos. Mas como ressuscitam os mortos? E com que qualidade de corpo vêm? Insensato! O que você semeia não germina para a vida se primeiro não morrer. É assim na natureza. E mesmo nela, quando você semeia uma semente, ela não é semeada já com a aparência do corpo que há de nascer. Ao contrário, para você colher um trigal, tem que plantar um grão de trigo, ou de outra qualquer semente, conforme aquilo que você deseja colher.

E, no caso da semente de trigo, a semente contêm o trigal, mas ainda não se pode vê-lo apenas na aparência da semente.

 

Mas Deus dá a cada um o corpo que Ele acha bem dar, e para cada uma das sementes Ele deu um corpo apropriado. E não há porque haver surpresas quanto a isto. Afinal, habitamos a diversidade da criação de Deus, onde nem toda carne é uma mesma carne. Pelo contrário, uma é a carne dos homens, outra a carne dos animais, outra a das aves e outra a dos peixes. Ou vocês não sabem fazer distinção entre carne e carne?

 

Até o Universo nos conta a mesma história de diversidade, pois, nele tanto há corpos celestes, como também há corpos terrestres. Mas há que se aprender a diferenciá-los, pois, uma é a glória dos corpos celestes, e outra a dos terrestres.

 

Sim, uma é a glória do sol, outra a glória da lua e outra a glória das estrelas; porque até mesmo entre as estrelas há diferença de esplendor.  Assim também é a ressurreição: Você é semeado em corrupção, mas será ressuscitado em incorrupção.

 

O que nós somos hoje é apenas a semente do que será.

Assim, hoje, semeia-se em ignomínia, a fim de que se seja ressuscitado em glória.

Assim, hoje, semeia-se em fraqueza, a fim de que se seja ressuscitado em poder.

Assim, hoje, semeia-se corpo animal, a fim de que se seja ressuscitado em corpo espiritual.

 

E claro meus irmãos que se há corpo animal, há também corpo espiritual. Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante.

 

Mas não é primeiro o espiritual, mas sim o animal; depois é quem vem o espiritual. O Primeiro Homem, sendo da terra, é terreno; o Segundo Homem, sendo do céu, é celestial.

 

Semelhantemente ao Homem Terreno, são também todos os homens terrenos.

Semelhantemente ao Homem Celestial, serão também todos os homens celestiais.

E, assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial.

 

Mas há algo que preciso deixar bem claro para todos: carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herdar a incorrupção!

 

E aqui digo a todos um grande mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados!

 

E assim será porque é necessário que o que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e o que é mortal se revista da imortalidade.  E quando o que hoje é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e quando aquilo que hoje é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória!

 

Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?

 

O aguilhão da morte é a realidade do pecado, e a força do pecado é a certeza da transgressão da lei!

 

Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo!

 

Ora, é por termos tais certezas que digo a todos vocês: Meus amados irmãos, sejam firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o nosso trabalho não é vão, se feito e vivido no Senhor e para o Senhor, e conforme a Palavra do Evangelho que nos foi entregue de uma vez e para sempre!

 

Apóstolo Paulo – 1 Coríntios 15

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17. dez, 2016

"Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre. De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?  Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei."

 

Estes textos em Hebreus 7 são magníficos, pois fala da mudança SACERDOTAL, isto é, sai da ORDEM LEVITICA para entrar na ORDEM MELQUISEDEQUE e "mudando o SACERDÓCIO, necessariamente se faz mudança da lei". Ou seja, esta mudança nos transporta:

 

- da LEI para a GRACA;

- da RELIGIÃO para o CRISTIANISMO;

- das TREVAS para a LUZ;

- da OBRIGATORIEDADE para a VOLUNTARIEDADE;

- do SACRIFÍCIO para o AMOR GRATUITO e etc.

Na LEI, homens e sacerdotes foram levantamos fracos, mas no juramento pós-lei foi constituído o FILHO PERFEITO – JESUS, O CRISTO e não chamado da ORDEM DE ARAO, Irmao de Moises e SUMO SACERDOTE LEVITICO.

 

O HOLOCAUSTO foi feito fora da COMUNIDADE DE ISRAEL e ali, no MONTE DAS CAVEIRAS, entre ladrões, na MORTE maldita de cruz, O GRANDE HOLOCAUSTO DE EXPIAÇÃO aconteceu, pois, enquanto pregava um homem na CRUZ, simultaneamente, este HOLOCAUSTO trazia LIBERDADE PARA A HUMANIDADE.

 

A HUMANIDADE está LIVRE e não sabe disto, pois as filosofias religiosas anulam o HOLOCAUSTO DE EXPIAÇÃO e assim estão crucificando o MESTRE todos os dias, novamente. Pois as religiões, quando exigem SACRIFÍCIOS DO POVO, invalidam para o povo O HOLOCAUSTO EXPIATÓRIO, que de uma vez para sempre, libertou a HUMANIDADE.

 

Não me conformo com esta situação em que vive a humanidade, mas creio na mudança da mesma através "da RENOVAÇÃO DO ENTENDIMENTO DO HOMEM".

Deus, me de força e graça para levar esta verdade às pessoas. Que eu possa contagiar estas pessoas a entenderem o verdadeiro sentido e propósito de "CORRER A CARREIRA QUE NOS FOI PROPOSTA".

 

Israel Sarlo

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11. dez, 2016

"Se o Senhor não EDIFICAR a sua casa, em vão vigiarão as SENTINELAS”. 

 

A resposta a esta questão é: DEPENDE DA BASE DE SUA VIDA. Vejamos: 

O TOLO edifica na AREIA, mas O SÁBIO edifica na ROCHA. 

Você já se alto-examinou? Descobriu suas preferências? Sabia que elas são seus indicadores para o SUCESSO ou DERROTA? Se pelos frutos descobrimos a árvore e se aprendemos a definir o que seja PRIORIDADE e ACRÉSCIMO, sem duvida, estamos no CAMINHO DA VERDADE DA VIDA.

 

Pense comigo:

SEU PRAZER está nas FESTAS?

SEU PRAZER está na FAMÍLIA?

SEU PRAZER está no DINHEIRO?

SEU PRAZER está na RELIGIÃO?

SEU PRAZER está no ESPORTE?

SEU PRAZER está no SEXO?

SEU PRAZER está nos PASSEIOS?

SEU PRAZER está na ACADEMIA e etc.?

Então sua EDIFICAÇÃO está edificada na AREIA, pois tudo isto acima envelhece, entra em desuso e morre com o tempo.

 

Tudo isto é e será importante em sua vida se estiver ALICERÇADO na ROCHA. Se tudo isto não for mais importante que a PEDRA QUE OS EDIFICADORES DO MUNDO EDIFICARAM, então suas finanças, família, profissão, religião e etc., estarão contados como seus ACRÉSCIMOS.

 

Sua família não é contada como ACRÉSCIMOS se estiver ALICERÇADA na ROCHA, pois serão chamados de FILHOS DE DEUS nascidos de NOVO. SEGREDO? Se você troca aniversários, passeios, lazeres, conversas fiadas ou qualquer outra coisa por ter fome e sede de justiça, tenha a certeza que tudo em sua vida está sendo recebido e acrescentado 100%.

Se você tem fome e sede das coisas ligadas somente aos seus ACRÉSCIMOS, tenha a certeza que está fora do SUCESSO EXISTENTE NO REINO E DA JUSTIÇA EXISTENTE NELE. NA JUSTIÇA DESTE REINO:

- O JUSTO NÃO MENDIGA O PÃO;

- O JUSTO terá sua família plantada junto ao ribeirão, dando frutos nas estações próprias;

- O JUSTO, pelas pisaduras do MESTRE será CURADO;

- O JUSTO andará de FÉ em FÉ;

- O JUSTO terá em sua vida uma FONTE DE ÁGUAS VIVAS, não terá mais sede;

- O JUSTO, se errar, terá um ADVOGADO junto ao PAI JUIZ;

- O JUSTO, não será desonrado;

- O JUSTO nunca morrerá, mas passará desta para a outra vida e etc.

 

Portanto, descubra suas preferências, em que terreno está EDIFICADA SUA CASA e descobrirá o SEGREDO DO SUCESSO.

PARAFRASEANDO: "Amai a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a ti mesmo e os ACRÉSCIMOS BEM DEPOIS"... Não continue fazendo o contrário.

 

Israel Sarlo

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3. dez, 2016

NOSSA VIDA, NOSSA TRIBULAÇAO E NOSSO EXERCÍCIO DIÁRIO

 

É preciso, antes de qualquer outra palavra, que entendam os ciclos aos quais somos submetidos desde nossa fecundação até a morte e para entender todos estes ciclos vamos usar a ESCOLA APOSTÓLICA e o Paulo de Tarso que nos diz: “Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano” (Rm. 8:28 versão BKJ).

 

Se partirmos para os versículos 29 e 30 de Romanos 8, Paulo diz: “... aqueles que antecipadamente conheceu, também os predestinou para serem semelhantes à imagem do seu FILHO, a fim de que Ele (Jesus) seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes igualmente justificou; e aos que justificou a estes também glorificou”.

 

Primeiramente precisamos entender a palavra PREDESTINAÇÃO e não DESTINO. Existem duas classes distintas neste texto paulino:

1ª - Os que andam segundo o propósito de Deus e

2ª - Os que não andam segundo este propósito.

Se entendermos esta divisão aí sim, poderemos entender PREDESTINAÇÃO & DESTINO.

 

Os que andam segundo o REINO DE DEUS estão no propósito desta política (em conformidade ao Reino e Justiça de Deus) e consequentemente todas as demais coisas virão em seu benefício – estarão sob a verdade e é esta verdade que os liberta da política do reino humano que está DESTINADO à perdição em todos os ciclos de sua vida.

 

Paulo escreve que todos pecaram e por isto ficaram destituídos da glória de Deus (Rm. 3:23). Todos estão sob o DESTINO da destituição, mas com o resgate da cédula de divida resgatada por Jesus (Cl. 2:14) fomos PREDESTINADOS dentro, sem dúvida, de uma condicional: “aqueles que antecipadamente conheceu, também os PREDESTINOU para serem semelhantes à imagem do seu Filho...”. Estou falando do EXERCÍCIO CRISTÃO ou a transformação das OBRAS DA CARNE pelo FRUTO DO ESPÍRITO (Gl. 5). Se você pensa que exercitar a verdade dentro do EVANGELHO seja uma tarefa simples está enganado, pois uma destas tantas tarefas está o “negar a si mesmo” e isto não é fácil – renunciar a tudo que aprendemos como verdade e escolher algo que não esteja neste plano humano são tarefa para quem “ama a Deus em primeiro lugar...”.

 

Sim, os que resolvem conhecer para serem semelhantes à imagem do seu Filho e se tornem o segundo, terceiro e etc., daí, entre muitos (Rm8:29) e a estes PREDESTINADOS chamados para a justificação e glorificação é que terão que lutar para “não tomarem sua coroa”.

 

Nossa vida é composta de TRIBULAÇÕES, um EXERCICIO DIÁRIO e está escrito que precisamos nos alegrar, não ter felicidade, mas a alegria, pois a TRIBULAÇÃO nos levará à experiência, à paciência e à esperança. O que significa isto? Bem, estamos sendo informados que em todos os ciclos de nossa vida haverá apenas dois caminhos: o CAMINHO DESTINADO aos que andarão sem Deus e o CAMINHO PREDESTINADO para os que resolvem conhecer a Deus.

 

Ambos os CAMINHOS a trajetória se confunde muito. Parecerá como aquele grande campo onde o trigo e o joio foram plantados juntos. São muitos parecidos, mas conhecidos com o tempo com o fruto que darão a entender a diferença entre um e outro.

 

Também os ciclos de nossas vidas não terão muitas diferenças entre a infância, pré-adolescência, adolescência e juventude, apenas os hormônios ocuparão o lugar da “inocência”.

 

Teremos o desconforto nas proibições dos pais, à vontade em ser livres para fazer o que a idade pede e para isto precisamos de ensino, de compreensão e cuidado com as religiões que agem como mordaça e algema para os ciclos primeiros.

 

Quando partimos para a juventude achamos que precisamos nos livrar destas mordaças e algemas e substituímos nossos pais por marido ou esposa ou substituímos as mordaças e algemas, afinal vamos viver com uma pessoa que achamos maravilhosa no namoro e noivado o que não esperamos virá, sem dúvida, no marido que se revelará, quase sempre, como um tutor, senhor, dono da vida do outro. Os filhos virão dividindo ainda mais a individualidade do casal e é neste clima que se instala o caos.

 

Será que casamento é isto? Não! O ACASALAMENTO tem um DESTINO funesto, pois no ACASALAMENTO o homem não se satisfaz com uma só fêmea, e quase sempre a mulher age da mesma forma. Já no CASAMENTO a vida a dois é um exercício CRISTÃO. Somente no CASAMENTO começa o ciclo da cumplicidade, amor, paciência, experiência e esperança. Portanto, é preciso entender que sempre, antecipando o CASAMENTO, vem o ACASALAMAENTO, será preciso transformar paixão em amor, a felicidade em alegria, filhos em herança de Deus e seria bom que todos entendam que no CASAMENTO quem faz a união é Deus. Portanto, unindo Deus o homem não separa, mas no ACASALAMENTO, unindo o homem o homem pode separar. Para uma vida de paz, e isto só poderá ser feito no CASAMENTO, será preciso entender que o EXERCÍCIO agora será a dois e seguindo Paulo, se possível não se ACASALE, mas se não dá, antes ACASALAR que abrasar. Entendeu? Para não ficar com uma ou com outra, com um ou outro, ACASALAR seria a solução e isto é bem religioso, mas Paulo aconselha a ficar só quem não tem natureza para o CASAMENTO, pois CASAMENTO dividirá seu ministério, mas se seu libido não resiste, e você nada pode fazer religiosamente, então se submeta a uma vida a dois, as algemas e o que chamo de mordaça.

 

Eu escolhi me exercitar nas coisas do Pai. Seria possível ou é possível no CASAMENTO? Claro que sim, mas precisaria gastar grande tempo no exercício do conhecer a pessoa na minha parceria e isto gastaria muito tempo e tempo não existe neste mundo que vivemos e estou PREDESTINADO a um lugar onde o tempo não tem sentido e nem um relógio me chamando a atenção com seu tic-tac o tempo todo dizendo que preciso correr e atingir minha meta diária.

 

Casou? Tem filhos? Quer viver juntos? Então case, pois se ainda estiver em seu ACASALAMENTO que foi lindo e abençoado por padre, pastor e etc., cuidado que você será um morto(a) acorrentado(a)  a defunto em todos os demais ciclos de sua vida que ainda lhe reste. Se veja livre. Se liberte ou se CASE e isto não se faz em templos, terreiros e etc.

 

Israel Sarlo

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19. nov, 2016

1. Livros biográficos x Evangelho

Foi porque os "cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”.

 

Então temos a grande diferença entre LIVROS BIOGRÁFICOS E EVANGELHO, o primeiro trata-se de uma biografia escrita por quatro homens diferentes à partir de pesquisas feitas de suas épocas para a construção da história de vida do homem de Nazaré. Esses livros contam sobre JESUS O CRISTO, que se chamava EMMANUEL, e que era o filho de Deus e o messias tanto profetizado nas escrituras do Antigo Testamento.  Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição, mas, à parte dEle, deveria surgir uma “doutrina de salvação” conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano. Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”, posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Evangelho, mas apenas crido. E o fato de o apóstolo não ficar citando palavras de Jesus, conforme ditas e registradas nos livros biográficos (que já existiam como informação oral) apenas prova que até mesmo o que Jesus disse não era material para ser “decorado”; antes, era algo para ser entendido como espírito e como consciência aplicada à vida, isto então é EVANGELHO. Não está escrito em algum lugar que não seja o coração. Está lá, dentro de nós.  Foi a esquizofrenia produzida entre Jesus-Evangelho, de um lado, e, de outro, um corpo de doutrinas chamada de Evangelho (o qual é feito da sistematização de tudo o que na Bíblia se pode usar para fundamentar um pressuposto “lógico” acerca de um “plano da salvação”) justamente aquilo que tornou Jesus tão diferente daquilo que a “igreja” chama de “Evangelho” e, ao mesmo tempo, tornou a “igreja” tão diferente em relação à Pessoa de Jesus. Muita gente diz “o evangelho está crescendo...” ou “o evangelho está enfrentando resistências...” ou, ainda, “o evangelho progrediu muito...” — sempre em referência ao crescimento de adesões religiosas à “igreja”, mas quase nunca pensando que o Evangelho só cresce para dentro do ser; e qualquer coisa que carregue o seu nome do lado de fora tem que ser um mero reflexo do que ele gerou no coração. Todavia, para a “igreja”, Jesus salva, mas o que o salvo se torna não tem nada a ver com Ele! Aliás, se ficar parecido com Ele, não serve para a “igreja”. Pois nada incomoda mais a “igreja” do que alguém que busque ser, radicalmente, como Jesus. Andar como Ele andou, para a “igreja”, significa outra coisa. De fato significa comportar-se como a “igreja” determina, mesmo que isso venha a ser equivalente a negar o modo como Jesus se mostrou a todos os seres humanos conforme o registro dos livros biográficos. Na verdade, Jesus é o Evangelho, pois é somente nEle e na fé que converge de modo exclusivo para Ele que surge o entendimento do Evangelho.

 

O Evangelho é Jesus, em todas as Suas histórias, ações, visões, ensinos, interpretações da realidade e, sobretudo, Sua entrega voluntária, como Cordeiro; e, para além disso, Sua Ressurreição! Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço, ou seja: na Sua Encarnação.

 

O Evangelho só cresce em nós quando a consciência de Jesus se torna crescente em nós. Isto é ter a mente de Cristo, segundo Paulo. Portanto, isto é Evangelho.

 

O Evangelho é o entendimento segundo Jesus que se torna vida e alegria para quem crê. Sem tal olhar e sem tal sentir e pensar, conforme Jesus, não há nada que seja Evangelho.  Sim, sem isto podemos ter quatro livros biográficos, que por muitos são chamados de evangelhos, mas não são O Evangelho . Isto porque O Evangelho não existe nos quatro evangelhos. Neles temos registros verdadeiros de quem é Jesus e de tudo o que, sendo essencial, Ele fez e ensinou. Sim, não há nada além de letras nos registros dos evangelhos, até nos mais originais de todos eles, posto que o Evangelho não é uma informação, mas sempre uma encarnação da Palavra . Por essa razão, do ponto de vista de Jesus, conforme os evangelhos, o Evangelho tinha a ver com gestos. Afinal, uma mulher o unge com óleo e Ele diz que aquilo era Evangelho. Quando Paulo diz que o Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ele não se refere a nenhuma sorte de adesão à “religião da salvação”, mas exclusivamente a ter crido e obtido, pela fé, o entendimento para provar a salvação como benefício espiritual já na Terra. Afinal, Evangelho é Boa Nova. E que Boa Nova há em quatro evangelhos que não se tornam Evangelho (produtor de vida e paz) na vida dos papagaios que o decoram? Evangelho é vir e aprender com Aquele que é manso e humilde de coração, achar descanso para a alma nEle e trocar a canga da angústia pelo peso-leve de Seu fardo de alegrias. Evangelho é achar o tesouro que nos evangelhos é uma parábola! Evangelho é a chance de nascer de novo e de ter no coração o reino de Deus! Evangelho é certeza de perdão, mas que traz consigo o compromisso com o perdão ao próximo; o que, no Evangelho, não é um sacrifício, mas algo agradável como um grande privilégio! Evangelho é ser forte contra a mentira e doce ante qualquer que seja a confissão de verdade! Evangelho é a alegria de dar a vida pelos amigos e até pelos inimigos!

 

Evangelho é assim... igualzinho a Jesus! E para eu dizer o que é Evangelho, com minhas imensas limitações, teria que escrever tudo o que vejo, sinto, percebo e recebo de Jesus todos os dias; além de tudo o que de Sua Graça vejo nos evangelhos e enxergo como Evangelho de salvação, na minha vida, e na de todo aquele que crê e busca andar conforme a Sua mente. Enquanto o Evangelho não se torna um entendimento em fé que nos concede cada vez mais ver, sentir, e decidir conforme Jesus, nenhum benefício do Evangelho chegou até nós. O local físico onde posso ler/estudar sobre O Evangelho é a Bíblia, ele está lá de Gênesis a Apocalipse. Porém se na leitura eu não olhar tudo a partir da certeza de que Jesus é o Evangelho, a Bíblia servirá apenas para dividir e dividir as pessoas em nome de Deus. Ora a palavra, ainda que verdadeira e retirada do evangelho, se tornar apenas um aprendizado teórico, e não for praticada pela via do amor que fez Deus se encarnar em Jesus, “expõe Cristo ao vitupério” como denunciou apóstolo Paulo. “O verbo se fez carne”.

 

2. Apóstolos x Discípulos

A palavra apóstolo vem do grego e significa enviar, mas não apenas no sentido de mandar, como se manda um objeto, por exemplo. A derivação da palavra Apostellein confere o significado de enviar uma pessoa, sob a autoridade de quem manda e da responsabilidade de quem vai. Portanto Jesus escolheu 12 discípulos, que foram chamados apóstolos por terem sido enviados por Jesus para pregar sua palavra. “Quando amanheceu chamou os seus discípulos e escolheu doze deles. E deu o nome de apóstolos a estes doze: Simão, em quem pôs o nome de Pedro e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Simão, o nacionalista; Judas, filho de Tiago; e Judas Iscariotes, que foi o traidor”. (Lucas 6:13-14) os mesmo nomes estão também nas referencias (Mateus 10.1-4; Marcos 3.13-19; Atos 1:13)

 

Paulo foi chamado de apóstolo porque teve uma visão de Jesus quando estava em Damasco. Ele foi uma excessão ao apostolado pois foi chamado após a morte de Jesus e posteriormente se considerou o menor de todos os apóstolos (1Coríntios 15:10). Antes, como um perseguidor dos cristãos, aprovou a morte de Estêvão (Atos 8:1), Saulo, como era chamado, teve uma visão de Jesus. Em sua visão Jesus perguntou a ele o porquê de persegui-lo. Saulo ficou cego e após três dias se encontrou com Ananias em Damasco. Neste encontro Ananias confirmou a visão de Jesus e Saulo pôde ver novamente. Tendo recebido o batismo Saulo mudou o nome para Paulo e passou a pregar a palavra de Deus. (Atos 9). Paulo só foi chamado de apóstolo porque teve uma visão de Jesus que foi confirmada por Ananias. Então o próprio Jesus o chamou mesmo sendo em uma visão.

 

Já a palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mt 28,18-20) para que fossem suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos.

 

Chamada de ERA APOSTÓLICA, o primeiro século de 30 ao ano 100, setenta anos de presença dos apóstolos e daquelas pessoas que mais proximamente conviveram com o Senhor Jesus. A Igreja nasceu num contexto judaico, na cultura dos judeus daqueles tempos do primeiro século, mas teve que sair daquela situação e se espalhar pelo Império Romano, principalmente motivada pela perseguição. Os próprios judeus foram os primeiros a perseguir os cristãos, movidos por inveja, conforme relata Lucas, e os soldados romanos poucas ações empreenderam nesse sentido no início.  Na verdade, o Império romano favoreceu a expansão inicial do evangelho, graças às excelentes estradas que permitiam as viagens; à comunicação pela língua grega, que era comum entre os diferentes povos; e também pela “pax romana”, o ambiente de relativa tranquilidade de que gozava grande parte do império. O povo judeu, desde que voltou do cativeiro babilônico, foi um povo inquieto e tendente a provocar revoltas contra os impérios aos quais foram subjugados. Saídos do exílio babilônico nos tempos veterotestamentários, de volta à Terra Santa, os judeus estiveram sob o jugo dos persas, depois dos gregos em duas fases distintas, até que, no século II a.C., tiveram um período de cerca de um século de liberdade no tempo dos macabeus. Dominados finalmente por Roma, já na Era Apostólica, os judeus ainda se rebelavam contra o jugo romano, tendo provocado tumultos em muitas ocasiões. O último apóstolo a ser mencionado será João, provavelmente o mais novo em idade entre os apóstolos de Cristo e o último a morrer na Era Apostólica. A história relata que, no final do seu ministério, João fixou residência em Éfeso, juntando-se àquela congregação, com a qual trabalhou até o fim. Talvez estivesse lá quando foi exilado em Patmos, local da visão apocalíptica, no tempo do imperador Domiciano, um perseguidor da Igreja. Suas obras, compostas do livro biográfico, cartas e o livro do Apocalipse, devem ter sido escritas principalmente nas duas últimas décadas de sua vida. Segundo se crê, João morreu de morte natural no ano 100, o último ano do primeiro século, encerrando a Era Apostólica da história de Igreja, período abençoado pela presença das testemunhas que viram e ouviram o Senhor da Igreja ministrando em pessoa.

 

O livro de Atos relata que os apóstolos se reuniram a fim de preencher o número de 12 após a morte de Judas com a eleição de Matias (número 12 tinha um forte simbolismo, pois fazia referência as 12 tribos de Israel) - Atos 1:25-26

 

Lançarei aqui algumas questões para debatermos juntos já que não há nenhuma forma de se confirmar com certeza tais questões: A escolha de Matias não teria sido uma iniciativa de homens apenas e não de Deus? Segundo você, Pedro teria se apressado ao decidir que alguém deveria tomar o lugar de Judas, sem esperar para saber qual era a intenção do Senhor? Além disso, a escolha feita lançando sortes seria, no seu entender, correta para um cristão? A participação das mulheres no ministério de Jesus Teria existido alguma mulher apóstola? Saudai a Andrônico e a Júnias, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo. Romanos 16:7 Até à Idade Média, a identidade da Júnia como uma apóstola feminina foi inquestionável. Tradutores subsequentes tentaram mudar o gênero por mudar o nomes para o masculino Junio. Mas tal nome é desconhecido na antiquidade; e não existe absolutamente nenhuma evidência literária, epigráfica, ou papirológica por ele.

 

Junia nome feminino, Junias contração do nome Juniano masculino. De qualquer modo o nome Junias pode ser aplicado tanto ao masculino como ao feminino, todavia acredita-se que setrata de agem do sexo feminino e por ser tratado juntomento com o nome de Andrônico Junias venha a ser esposa dele, e parentes de Paulo. Foram destacados como pessoas notáveis no ministério cristão e Paulo os trata como apóstolos por terem sofrido persseguições, maustratos e prisão no decorrer de seu jnistério, visto que foram companheiros de prisão.

 

MUITAS pessoas sabem que Jesus tinha 12 apóstolos. Mas elas talvez não saibam que entre os discípulos havia mulheres que o acompanhavam. Joana era uma delas. — Mat. 27:55; Luc. 8:3. Joana era “esposa de Cuza, encarregado da casa de Herodes”. Pode ser que Cuza tenha sido o administrador dos assuntos domésticos de Herodes Antipas. Joana era uma das várias mulheres que Jesus curou. Junto com outras mulheres, Joana viajava com Jesus e seus apóstolos. — Luc. 8:1-3.

 

Os rabinos judeus ensinavam que as mulheres não deviam ter contato social com homens que não eram seus parentes, muito menos viajar com eles. Na verdade, os homens judeus deviam falar pouco com as mulheres. Jesus não seguia essas tradições e permitia que Joana e outras mulheres crentes acompanhassem seu grupo.

 

Joana arriscou sua posição social por acompanhar Jesus e os apóstolos, e teve de fazer mudanças em sua vida diária. De fato, todos que seguiam Jesus precisavam estar preparados para fazer isso. Mas ele disse o seguinte sobre essas pessoas: “Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a praticam.” (Luc. 8:19-21; 18:28-30) Joana e muitas outras mulheres ajudavam Jesus e os Doze “com os seus próprios bens”. (Luc. 8:3) “Lucas não está dizendo aos seus leitores que as mulheres preparavam as refeições, lavavam a louça e consertavam as roupas”, observa certo escritor. “Talvez elas fizessem isso . . . , mas não é disso que Lucas está falando.” Pelo visto, as mulheres usavam seu dinheiro, seus bens e suas propriedades para ajudar no sustento dos seus amigos. Em suas viagens de pregação, nem Jesus nem seus apóstolos faziam algum tipo de serviço para se sustentar. Assim, eles provavelmente não tinham condições de comprar todo o alimento e outras coisas necessárias para aquele grupo, talvez de 20 pessoas. É verdade que eles eram tratados com hospitalidade, mas o fato de Cristo e seus apóstolos terem uma “caixa de dinheiro” indica que eles nem sempre dependiam da hospitalidade de outros. (João 12:6; 13:28, 29) Pode ser que Joana e as  outras mulheres fizessem contribuições para cobrir as despesas. Sem dúvida, os seguidores de Jesus contribuíam com o que podiam. Pode ser que houvesse mulheres ricas entre eles. Visto que Joana era ou havia sido esposa do administrador de Herodes, alguns concluem que ela era rica. Talvez tenha sido alguém como ela que deu a Jesus a roupa cara, sem costura, que ele usava. Certa escritora destaca que “esposas de pescadores não tinham condições de fornecer” uma roupa assim. — João 19:23, 24. “o acompanhavam e serviam quando ele estava na Galileia. Também estavam ali muitas outras mulheres que tinham ido com ele a Jerusalém”. (Mar. 15:41) Quando o corpo de Jesus foi tirado da estaca para ser sepultado, “as mulheres que tinham vindo com ele desde a Galileia foram também até lá e viram o túmulo e como o corpo dele havia sido colocado ali; e voltaram para preparar aromas e óleos perfumados”. Essas mulheres — que Lucas identificou como “Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago” — voltaram depois do sábado e viram anjos, que disseram a elas que Jesus havia ressuscitado. — Luc. 23:55–24:10. É possível que Joana estivesse entre os discípulos, incluindo a mãe e os irmãos de Jesus, que se reuniram em Jerusalém no Pentecostes de 33 EC. (Atos 1:12-14) Por causa de seus contatos na corte, Joana talvez tenha sido a fonte do que alguns chamam de informações privilegiadas sobre Herodes Antipas encontradas no Evangelho de Lucas, principalmente porque Lucas é o único evangelista que a menciona por nome. — Luc. 8:3; 9:7-9; 23:8-12; 24:10.

 

3. Diáconos x presbíteros

Atos 6:1-8 Nomeação dos sete diáconos (Antioquia)

Quando o apóstolo Paulo convocou os presbíteros da igreja de Éfeso para que se reunissem em Mileto, nas instruções que lhes passou, ele se referiu a eles como supervisores (bispos) e lhes deu a incumbência de alimentar (cuidar, apascentar) a igreja (Atos 20:28). Com esses termos aprendemos muito sobre os presbíteros e sobre a natureza de sua tarefa. São “anciãos” porque não são novatos, mas sim mais velhos na fé e já tiveram tempo para desenvolver a sua maturidade espiritual (1 Timóteo 3:6). Como supervisores, eles “governam” a igreja local como um homem “governa” a sua própria família (1 Timóteo 5:17; 3:5,12). Isso inclui, claro, a tomada de decisões dentro do âmbito daquilo que é autorizado por Deus, embora eles devam tomar o cuidado de não “dominar” os irmãos (1 Pedro 5:3). Como pastores, estão para a congregação como um pastor de ovelhas para o rebanho. Por isso, eles alimentam com a palavra de Deus, ajudando o rebanho a crescer espiritualmente e ficando alertas contra quaisquer perigos de erro ou pecado, que seria uma ameaça para o bem-estar espiritual do rebanho. Não somente se fará necessária uma dieta espiritual bem equilibrada, mas eles também precisarão advertir ou admoestar os insubmissos, consolar os desanimados, amparar os fracos e ser longânimo para com todos (1 Tessalonicenses 5:14). Muitos cristãos novos não conhecem os perigos que enfrentam,  desconhecendo também a plenitude de suas necessidades espirituais. (Hebreus 13:17;1 Tessalonicenses 5:12-13).

 

CURIOSIDADES:  A ordem cronológica mais prováveldo NOVO TESTAMENTO na seqüência de sua produção é: 1ª. e 2ª. Tessalonicenses; Gálatas, Efésios, 1ª. e 2ª. Coríntios, e Romanos; Colossenses, Filemom; Filipenses, 1ª. e 2ª. Timóteo e Tito; 1ª. Pedro; Marcos; Mateus; Hebreus; Lucas; Atos; Tiago, Judas 1ª.,2ª. e 3ª. João; o evangelho de João, 2ª. Pedro; e Apocalipse.

 

Cronologia e caracteriscas dos escritores dos Livros Biograficos:

 

1 – O livro de Marcos, escrito por Marcos na cidade de Roma no ano de (64 d. C); este serviu de fonte para os demais livros biográficos de Mateus e Lucas. Marcos não pertenceu ao grupo dos doze apóstolos originais. Foi convertido à fé cristã depois da morte de Jesus e batizado pelo próprio Pedro, que costumava freqüentar a casa de seus pais, juntamente com Maria mãe de Jesus e outros cristãos primitivos. Assim já fazia parte de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém, quando Paulo e Barnabé chegaram a Jerusalém, no ano 44, trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia, na hoje Turquia.  Depois acompanhou Barnabé e Paulo na volta à Antióquia - At 12:25  ., em viagem missionária, onde atuou como auxiliar de Paulo - At 13:5. Mas, quando chegaram a Perge, na Panfília, desentendeu-se com o apóstolo, deixou-os e voltou para Jerusalém - At 13:13.

 

2 – O livro de Mateus, escrito por Mateus em Jerusalém para comunidade de Judeus cristão (70 d.C); era cobrador de Impostos e foi apóstolo, escolhido pelo próprio Jesus.

 

3 – Livro de Lucas escrito por Lucas em Antioquia para os gentios por volta de (80 d.C),  “médico amado” , esse é o tratamento afetivo que lhe dispensa Paulo em Col. 14:4 Lucas não fora discípulo de Jesus, em seu ministério Provavelmente converteu-se com a pregação de Paulo. Lucas foi o companheiro de Paulo, e segundo a quase unânime crença da antiga igreja, escreveu o evangelho que é designado pelo seu nome, e também os Atos dos Apóstolos. 4 - Livro de João escrito por João para a comunidade dos gentios na Ásia Menor em Éfeso (95 d.C.). João se converteu ouvindo João Batista. Mias tarde se tornou pescador e foi convidado pessoalmente pelo próprio Jesus a segui-lo. No ministério de Jesus, João era um dos mais íntimos dEle, a ponto de ser chamado de “o discípulo amado”.

 

João 6:7 sobre Judas iscariotes – discussao sobre o problema do determinismo e livre arbítrio. Teria Sido Judas escolhido meramente para vir a ser o traidor? Mas Jesus afirma que “A minha vida ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” Jesus jamais seria seqüestrado pelas boas ou más intenções de qualquer admirador ou mesmo de qualquer discípulo. Ao discípulo que tentou evitar a Cruz Ele disse: “Arreda, Satanás”.

 

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