19. nov, 2016

A DIFERENÇA ENTRE...

1. Livros biográficos x Evangelho

Foi porque os "cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”.

 

Então temos a grande diferença entre LIVROS BIOGRÁFICOS E EVANGELHO, o primeiro trata-se de uma biografia escrita por quatro homens diferentes à partir de pesquisas feitas de suas épocas para a construção da história de vida do homem de Nazaré. Esses livros contam sobre JESUS O CRISTO, que se chamava EMMANUEL, e que era o filho de Deus e o messias tanto profetizado nas escrituras do Antigo Testamento.  Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição, mas, à parte dEle, deveria surgir uma “doutrina de salvação” conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano. Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”, posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Evangelho, mas apenas crido. E o fato de o apóstolo não ficar citando palavras de Jesus, conforme ditas e registradas nos livros biográficos (que já existiam como informação oral) apenas prova que até mesmo o que Jesus disse não era material para ser “decorado”; antes, era algo para ser entendido como espírito e como consciência aplicada à vida, isto então é EVANGELHO. Não está escrito em algum lugar que não seja o coração. Está lá, dentro de nós.  Foi a esquizofrenia produzida entre Jesus-Evangelho, de um lado, e, de outro, um corpo de doutrinas chamada de Evangelho (o qual é feito da sistematização de tudo o que na Bíblia se pode usar para fundamentar um pressuposto “lógico” acerca de um “plano da salvação”) justamente aquilo que tornou Jesus tão diferente daquilo que a “igreja” chama de “Evangelho” e, ao mesmo tempo, tornou a “igreja” tão diferente em relação à Pessoa de Jesus. Muita gente diz “o evangelho está crescendo...” ou “o evangelho está enfrentando resistências...” ou, ainda, “o evangelho progrediu muito...” — sempre em referência ao crescimento de adesões religiosas à “igreja”, mas quase nunca pensando que o Evangelho só cresce para dentro do ser; e qualquer coisa que carregue o seu nome do lado de fora tem que ser um mero reflexo do que ele gerou no coração. Todavia, para a “igreja”, Jesus salva, mas o que o salvo se torna não tem nada a ver com Ele! Aliás, se ficar parecido com Ele, não serve para a “igreja”. Pois nada incomoda mais a “igreja” do que alguém que busque ser, radicalmente, como Jesus. Andar como Ele andou, para a “igreja”, significa outra coisa. De fato significa comportar-se como a “igreja” determina, mesmo que isso venha a ser equivalente a negar o modo como Jesus se mostrou a todos os seres humanos conforme o registro dos livros biográficos. Na verdade, Jesus é o Evangelho, pois é somente nEle e na fé que converge de modo exclusivo para Ele que surge o entendimento do Evangelho.

 

O Evangelho é Jesus, em todas as Suas histórias, ações, visões, ensinos, interpretações da realidade e, sobretudo, Sua entrega voluntária, como Cordeiro; e, para além disso, Sua Ressurreição! Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço, ou seja: na Sua Encarnação.

 

O Evangelho só cresce em nós quando a consciência de Jesus se torna crescente em nós. Isto é ter a mente de Cristo, segundo Paulo. Portanto, isto é Evangelho.

 

O Evangelho é o entendimento segundo Jesus que se torna vida e alegria para quem crê. Sem tal olhar e sem tal sentir e pensar, conforme Jesus, não há nada que seja Evangelho.  Sim, sem isto podemos ter quatro livros biográficos, que por muitos são chamados de evangelhos, mas não são O Evangelho . Isto porque O Evangelho não existe nos quatro evangelhos. Neles temos registros verdadeiros de quem é Jesus e de tudo o que, sendo essencial, Ele fez e ensinou. Sim, não há nada além de letras nos registros dos evangelhos, até nos mais originais de todos eles, posto que o Evangelho não é uma informação, mas sempre uma encarnação da Palavra . Por essa razão, do ponto de vista de Jesus, conforme os evangelhos, o Evangelho tinha a ver com gestos. Afinal, uma mulher o unge com óleo e Ele diz que aquilo era Evangelho. Quando Paulo diz que o Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ele não se refere a nenhuma sorte de adesão à “religião da salvação”, mas exclusivamente a ter crido e obtido, pela fé, o entendimento para provar a salvação como benefício espiritual já na Terra. Afinal, Evangelho é Boa Nova. E que Boa Nova há em quatro evangelhos que não se tornam Evangelho (produtor de vida e paz) na vida dos papagaios que o decoram? Evangelho é vir e aprender com Aquele que é manso e humilde de coração, achar descanso para a alma nEle e trocar a canga da angústia pelo peso-leve de Seu fardo de alegrias. Evangelho é achar o tesouro que nos evangelhos é uma parábola! Evangelho é a chance de nascer de novo e de ter no coração o reino de Deus! Evangelho é certeza de perdão, mas que traz consigo o compromisso com o perdão ao próximo; o que, no Evangelho, não é um sacrifício, mas algo agradável como um grande privilégio! Evangelho é ser forte contra a mentira e doce ante qualquer que seja a confissão de verdade! Evangelho é a alegria de dar a vida pelos amigos e até pelos inimigos!

 

Evangelho é assim... igualzinho a Jesus! E para eu dizer o que é Evangelho, com minhas imensas limitações, teria que escrever tudo o que vejo, sinto, percebo e recebo de Jesus todos os dias; além de tudo o que de Sua Graça vejo nos evangelhos e enxergo como Evangelho de salvação, na minha vida, e na de todo aquele que crê e busca andar conforme a Sua mente. Enquanto o Evangelho não se torna um entendimento em fé que nos concede cada vez mais ver, sentir, e decidir conforme Jesus, nenhum benefício do Evangelho chegou até nós. O local físico onde posso ler/estudar sobre O Evangelho é a Bíblia, ele está lá de Gênesis a Apocalipse. Porém se na leitura eu não olhar tudo a partir da certeza de que Jesus é o Evangelho, a Bíblia servirá apenas para dividir e dividir as pessoas em nome de Deus. Ora a palavra, ainda que verdadeira e retirada do evangelho, se tornar apenas um aprendizado teórico, e não for praticada pela via do amor que fez Deus se encarnar em Jesus, “expõe Cristo ao vitupério” como denunciou apóstolo Paulo. “O verbo se fez carne”.

 

2. Apóstolos x Discípulos

A palavra apóstolo vem do grego e significa enviar, mas não apenas no sentido de mandar, como se manda um objeto, por exemplo. A derivação da palavra Apostellein confere o significado de enviar uma pessoa, sob a autoridade de quem manda e da responsabilidade de quem vai. Portanto Jesus escolheu 12 discípulos, que foram chamados apóstolos por terem sido enviados por Jesus para pregar sua palavra. “Quando amanheceu chamou os seus discípulos e escolheu doze deles. E deu o nome de apóstolos a estes doze: Simão, em quem pôs o nome de Pedro e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Simão, o nacionalista; Judas, filho de Tiago; e Judas Iscariotes, que foi o traidor”. (Lucas 6:13-14) os mesmo nomes estão também nas referencias (Mateus 10.1-4; Marcos 3.13-19; Atos 1:13)

 

Paulo foi chamado de apóstolo porque teve uma visão de Jesus quando estava em Damasco. Ele foi uma excessão ao apostolado pois foi chamado após a morte de Jesus e posteriormente se considerou o menor de todos os apóstolos (1Coríntios 15:10). Antes, como um perseguidor dos cristãos, aprovou a morte de Estêvão (Atos 8:1), Saulo, como era chamado, teve uma visão de Jesus. Em sua visão Jesus perguntou a ele o porquê de persegui-lo. Saulo ficou cego e após três dias se encontrou com Ananias em Damasco. Neste encontro Ananias confirmou a visão de Jesus e Saulo pôde ver novamente. Tendo recebido o batismo Saulo mudou o nome para Paulo e passou a pregar a palavra de Deus. (Atos 9). Paulo só foi chamado de apóstolo porque teve uma visão de Jesus que foi confirmada por Ananias. Então o próprio Jesus o chamou mesmo sendo em uma visão.

 

Já a palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mt 28,18-20) para que fossem suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos.

 

Chamada de ERA APOSTÓLICA, o primeiro século de 30 ao ano 100, setenta anos de presença dos apóstolos e daquelas pessoas que mais proximamente conviveram com o Senhor Jesus. A Igreja nasceu num contexto judaico, na cultura dos judeus daqueles tempos do primeiro século, mas teve que sair daquela situação e se espalhar pelo Império Romano, principalmente motivada pela perseguição. Os próprios judeus foram os primeiros a perseguir os cristãos, movidos por inveja, conforme relata Lucas, e os soldados romanos poucas ações empreenderam nesse sentido no início.  Na verdade, o Império romano favoreceu a expansão inicial do evangelho, graças às excelentes estradas que permitiam as viagens; à comunicação pela língua grega, que era comum entre os diferentes povos; e também pela “pax romana”, o ambiente de relativa tranquilidade de que gozava grande parte do império. O povo judeu, desde que voltou do cativeiro babilônico, foi um povo inquieto e tendente a provocar revoltas contra os impérios aos quais foram subjugados. Saídos do exílio babilônico nos tempos veterotestamentários, de volta à Terra Santa, os judeus estiveram sob o jugo dos persas, depois dos gregos em duas fases distintas, até que, no século II a.C., tiveram um período de cerca de um século de liberdade no tempo dos macabeus. Dominados finalmente por Roma, já na Era Apostólica, os judeus ainda se rebelavam contra o jugo romano, tendo provocado tumultos em muitas ocasiões. O último apóstolo a ser mencionado será João, provavelmente o mais novo em idade entre os apóstolos de Cristo e o último a morrer na Era Apostólica. A história relata que, no final do seu ministério, João fixou residência em Éfeso, juntando-se àquela congregação, com a qual trabalhou até o fim. Talvez estivesse lá quando foi exilado em Patmos, local da visão apocalíptica, no tempo do imperador Domiciano, um perseguidor da Igreja. Suas obras, compostas do livro biográfico, cartas e o livro do Apocalipse, devem ter sido escritas principalmente nas duas últimas décadas de sua vida. Segundo se crê, João morreu de morte natural no ano 100, o último ano do primeiro século, encerrando a Era Apostólica da história de Igreja, período abençoado pela presença das testemunhas que viram e ouviram o Senhor da Igreja ministrando em pessoa.

 

O livro de Atos relata que os apóstolos se reuniram a fim de preencher o número de 12 após a morte de Judas com a eleição de Matias (número 12 tinha um forte simbolismo, pois fazia referência as 12 tribos de Israel) - Atos 1:25-26

 

Lançarei aqui algumas questões para debatermos juntos já que não há nenhuma forma de se confirmar com certeza tais questões: A escolha de Matias não teria sido uma iniciativa de homens apenas e não de Deus? Segundo você, Pedro teria se apressado ao decidir que alguém deveria tomar o lugar de Judas, sem esperar para saber qual era a intenção do Senhor? Além disso, a escolha feita lançando sortes seria, no seu entender, correta para um cristão? A participação das mulheres no ministério de Jesus Teria existido alguma mulher apóstola? Saudai a Andrônico e a Júnias, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo. Romanos 16:7 Até à Idade Média, a identidade da Júnia como uma apóstola feminina foi inquestionável. Tradutores subsequentes tentaram mudar o gênero por mudar o nomes para o masculino Junio. Mas tal nome é desconhecido na antiquidade; e não existe absolutamente nenhuma evidência literária, epigráfica, ou papirológica por ele.

 

Junia nome feminino, Junias contração do nome Juniano masculino. De qualquer modo o nome Junias pode ser aplicado tanto ao masculino como ao feminino, todavia acredita-se que setrata de agem do sexo feminino e por ser tratado juntomento com o nome de Andrônico Junias venha a ser esposa dele, e parentes de Paulo. Foram destacados como pessoas notáveis no ministério cristão e Paulo os trata como apóstolos por terem sofrido persseguições, maustratos e prisão no decorrer de seu jnistério, visto que foram companheiros de prisão.

 

MUITAS pessoas sabem que Jesus tinha 12 apóstolos. Mas elas talvez não saibam que entre os discípulos havia mulheres que o acompanhavam. Joana era uma delas. — Mat. 27:55; Luc. 8:3. Joana era “esposa de Cuza, encarregado da casa de Herodes”. Pode ser que Cuza tenha sido o administrador dos assuntos domésticos de Herodes Antipas. Joana era uma das várias mulheres que Jesus curou. Junto com outras mulheres, Joana viajava com Jesus e seus apóstolos. — Luc. 8:1-3.

 

Os rabinos judeus ensinavam que as mulheres não deviam ter contato social com homens que não eram seus parentes, muito menos viajar com eles. Na verdade, os homens judeus deviam falar pouco com as mulheres. Jesus não seguia essas tradições e permitia que Joana e outras mulheres crentes acompanhassem seu grupo.

 

Joana arriscou sua posição social por acompanhar Jesus e os apóstolos, e teve de fazer mudanças em sua vida diária. De fato, todos que seguiam Jesus precisavam estar preparados para fazer isso. Mas ele disse o seguinte sobre essas pessoas: “Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a praticam.” (Luc. 8:19-21; 18:28-30) Joana e muitas outras mulheres ajudavam Jesus e os Doze “com os seus próprios bens”. (Luc. 8:3) “Lucas não está dizendo aos seus leitores que as mulheres preparavam as refeições, lavavam a louça e consertavam as roupas”, observa certo escritor. “Talvez elas fizessem isso . . . , mas não é disso que Lucas está falando.” Pelo visto, as mulheres usavam seu dinheiro, seus bens e suas propriedades para ajudar no sustento dos seus amigos. Em suas viagens de pregação, nem Jesus nem seus apóstolos faziam algum tipo de serviço para se sustentar. Assim, eles provavelmente não tinham condições de comprar todo o alimento e outras coisas necessárias para aquele grupo, talvez de 20 pessoas. É verdade que eles eram tratados com hospitalidade, mas o fato de Cristo e seus apóstolos terem uma “caixa de dinheiro” indica que eles nem sempre dependiam da hospitalidade de outros. (João 12:6; 13:28, 29) Pode ser que Joana e as  outras mulheres fizessem contribuições para cobrir as despesas. Sem dúvida, os seguidores de Jesus contribuíam com o que podiam. Pode ser que houvesse mulheres ricas entre eles. Visto que Joana era ou havia sido esposa do administrador de Herodes, alguns concluem que ela era rica. Talvez tenha sido alguém como ela que deu a Jesus a roupa cara, sem costura, que ele usava. Certa escritora destaca que “esposas de pescadores não tinham condições de fornecer” uma roupa assim. — João 19:23, 24. “o acompanhavam e serviam quando ele estava na Galileia. Também estavam ali muitas outras mulheres que tinham ido com ele a Jerusalém”. (Mar. 15:41) Quando o corpo de Jesus foi tirado da estaca para ser sepultado, “as mulheres que tinham vindo com ele desde a Galileia foram também até lá e viram o túmulo e como o corpo dele havia sido colocado ali; e voltaram para preparar aromas e óleos perfumados”. Essas mulheres — que Lucas identificou como “Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago” — voltaram depois do sábado e viram anjos, que disseram a elas que Jesus havia ressuscitado. — Luc. 23:55–24:10. É possível que Joana estivesse entre os discípulos, incluindo a mãe e os irmãos de Jesus, que se reuniram em Jerusalém no Pentecostes de 33 EC. (Atos 1:12-14) Por causa de seus contatos na corte, Joana talvez tenha sido a fonte do que alguns chamam de informações privilegiadas sobre Herodes Antipas encontradas no Evangelho de Lucas, principalmente porque Lucas é o único evangelista que a menciona por nome. — Luc. 8:3; 9:7-9; 23:8-12; 24:10.

 

3. Diáconos x presbíteros

Atos 6:1-8 Nomeação dos sete diáconos (Antioquia)

Quando o apóstolo Paulo convocou os presbíteros da igreja de Éfeso para que se reunissem em Mileto, nas instruções que lhes passou, ele se referiu a eles como supervisores (bispos) e lhes deu a incumbência de alimentar (cuidar, apascentar) a igreja (Atos 20:28). Com esses termos aprendemos muito sobre os presbíteros e sobre a natureza de sua tarefa. São “anciãos” porque não são novatos, mas sim mais velhos na fé e já tiveram tempo para desenvolver a sua maturidade espiritual (1 Timóteo 3:6). Como supervisores, eles “governam” a igreja local como um homem “governa” a sua própria família (1 Timóteo 5:17; 3:5,12). Isso inclui, claro, a tomada de decisões dentro do âmbito daquilo que é autorizado por Deus, embora eles devam tomar o cuidado de não “dominar” os irmãos (1 Pedro 5:3). Como pastores, estão para a congregação como um pastor de ovelhas para o rebanho. Por isso, eles alimentam com a palavra de Deus, ajudando o rebanho a crescer espiritualmente e ficando alertas contra quaisquer perigos de erro ou pecado, que seria uma ameaça para o bem-estar espiritual do rebanho. Não somente se fará necessária uma dieta espiritual bem equilibrada, mas eles também precisarão advertir ou admoestar os insubmissos, consolar os desanimados, amparar os fracos e ser longânimo para com todos (1 Tessalonicenses 5:14). Muitos cristãos novos não conhecem os perigos que enfrentam,  desconhecendo também a plenitude de suas necessidades espirituais. (Hebreus 13:17;1 Tessalonicenses 5:12-13).

 

CURIOSIDADES:  A ordem cronológica mais prováveldo NOVO TESTAMENTO na seqüência de sua produção é: 1ª. e 2ª. Tessalonicenses; Gálatas, Efésios, 1ª. e 2ª. Coríntios, e Romanos; Colossenses, Filemom; Filipenses, 1ª. e 2ª. Timóteo e Tito; 1ª. Pedro; Marcos; Mateus; Hebreus; Lucas; Atos; Tiago, Judas 1ª.,2ª. e 3ª. João; o evangelho de João, 2ª. Pedro; e Apocalipse.

 

Cronologia e caracteriscas dos escritores dos Livros Biograficos:

 

1 – O livro de Marcos, escrito por Marcos na cidade de Roma no ano de (64 d. C); este serviu de fonte para os demais livros biográficos de Mateus e Lucas. Marcos não pertenceu ao grupo dos doze apóstolos originais. Foi convertido à fé cristã depois da morte de Jesus e batizado pelo próprio Pedro, que costumava freqüentar a casa de seus pais, juntamente com Maria mãe de Jesus e outros cristãos primitivos. Assim já fazia parte de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém, quando Paulo e Barnabé chegaram a Jerusalém, no ano 44, trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia, na hoje Turquia.  Depois acompanhou Barnabé e Paulo na volta à Antióquia - At 12:25  ., em viagem missionária, onde atuou como auxiliar de Paulo - At 13:5. Mas, quando chegaram a Perge, na Panfília, desentendeu-se com o apóstolo, deixou-os e voltou para Jerusalém - At 13:13.

 

2 – O livro de Mateus, escrito por Mateus em Jerusalém para comunidade de Judeus cristão (70 d.C); era cobrador de Impostos e foi apóstolo, escolhido pelo próprio Jesus.

 

3 – Livro de Lucas escrito por Lucas em Antioquia para os gentios por volta de (80 d.C),  “médico amado” , esse é o tratamento afetivo que lhe dispensa Paulo em Col. 14:4 Lucas não fora discípulo de Jesus, em seu ministério Provavelmente converteu-se com a pregação de Paulo. Lucas foi o companheiro de Paulo, e segundo a quase unânime crença da antiga igreja, escreveu o evangelho que é designado pelo seu nome, e também os Atos dos Apóstolos. 4 - Livro de João escrito por João para a comunidade dos gentios na Ásia Menor em Éfeso (95 d.C.). João se converteu ouvindo João Batista. Mias tarde se tornou pescador e foi convidado pessoalmente pelo próprio Jesus a segui-lo. No ministério de Jesus, João era um dos mais íntimos dEle, a ponto de ser chamado de “o discípulo amado”.

 

João 6:7 sobre Judas iscariotes – discussao sobre o problema do determinismo e livre arbítrio. Teria Sido Judas escolhido meramente para vir a ser o traidor? Mas Jesus afirma que “A minha vida ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” Jesus jamais seria seqüestrado pelas boas ou más intenções de qualquer admirador ou mesmo de qualquer discípulo. Ao discípulo que tentou evitar a Cruz Ele disse: “Arreda, Satanás”.

 

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