30. out, 2016

SINTESE DA TORÁ - PENTATEUCO OU LEI

1. GÊNESIS

O Livro dos “inícios” ou dos “começos” – Aprendemos que Moisés quando escreveu a TORÁ estava, sem dúvida, sendo PROFETA de Deus embora saibamos que o primeiro Livros a ser escrito tenha sido o LIVRO DE JÓ que remonta da época de HAMURABI. Moisés entre suas ideologias religiosas pagãs e sua forte crença hebraica o deixou muito oscilante entre seu DEUS e os DEUSES egípcios, para isto é preciso estudar os CINCO PRIMEIROS LIVROS DA BÍBLIA, comparando com os QUATRO LIVROS PRIMEIRO DA NOVA ALIANÇA- OS BIOGRÁFICOS e ATOS criando parâmetros com O EVANGELHO de GÊNESIS ao APÓCALIPSE.

 

Ao longo de séculos e séculos de História até nossos dias, judeus e cristãos ortodoxo concordam que um homem, filho de hebreus, da tribo de Levi do clã de Coate, e da CASA (ou família) de Anrão (Arão Ex. 2:1-10; 6:16; Nm. 3:27; At. 7:22), nascido no Egito, chamado Mõsheh, Moisés, foi o autor, narrador e compilador dos CINCO PRIMEIROS LIVROS DA BÍBLIA SAGRADA (ainda que tenha contado com a ajuda de escribas e conforme a tradição), que também formam a TORÁ, isto é, a LEI; o mais respeitado e sagrado livro dos judeus, também conhecido pelo nome GREGO PENTATEUCO, numa alusão aos “cinco livros” que formam um todo em relação à mensagem principal de Deus para seu povo, mandamento esse que foi vivido e enfatizado pelo próprio MESSIAS, JESUS CRISTO, o Filho de Deus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência.Este é o primeiro e maior dos mandamentos. O segundo, semelhante a este, é; ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. A estes dois mandamentos estão sujeitos toda a LEI e os PROFETAS” (Mt. 22:37-40; Dt. 6:5). Se na TORÁ a regra de fé estavam baseados na LEI e nos PROFETAS, na DISPENSAÇÃO da GRAÇA, segundo Paulo – NO EVANGELHO nossa base está nos PROFETAS e APÓSTOLOS. A BÍBLIA defende a autoria mosaica do LIVRO DE GÊNESIS, considerando que em Atos 15:1 refere-se à circuncisão como um “costume ensinado por Moisés”, uma indicação a Gênesis 17, ainda que isso possa também indicar certas medidas de atualização escriba ou por parte de algum dos copistas da obra ao longo das eras (Gn. 14:14; 36:31; 47:11).

 

O LIVRO DE GÊNESIS trata das principais “origens” do UNIVERSO, dos mais importantes “começos” em relação à História, à Humanidade, mas, sobretudo, ao povo de Deus na terra:

1ª- HISTÓRIA DA HUMANIDADE PRIMITIVA – (Caps. 1 a 11);

2ª- HISTÓRIA DO POVO ESPECÍFICO E ESCOLHIDO POR DEUS (Caps. 12 a 50).

 

Dez histórias são contadas, sendo que algumas dessas histórias são sucintas ou condensadas; contudo, são decisivas para uma compreensão clara e acertada do conteúdo geral. Com certeza o autor usou fontes informativas, orais e escribas, pois seus relatos remontas aos tempos mais primitivos da origem da raça humana e isto sem falar, é claro, da PASTA PROFÉTICA – informações vindas de Deus para o coração do autor.

 

O primeiro LIVRO DOS REIS fala com exatidão sobre o período histórico em que Moises viveu: “O quarto anos do reinado de Salomão em Israel” era o mesmo anos “quatrocentos e oitenta... depois que os filhos de Israel foram tirados da terra do Egito...” (1º Rs. 6:1). Como a primeira data citada era 966 a.C., a data do êxodo pode ser calculada como 1446 a.C. (considerando que o número 480 em 1º Rs. 6:1 seja literal). O período de 40 anos de peregrinação de Israel pelo deserto, que durou de 1446 a.C, até 1406, provavelmente foi a ocasião em que Moisés escreveu (e\ou ditou) a maior parte do que hoje chamamos TORÁ ou PENTATEUCO.

 

Hoje tenho certa noção do que chamamos de ESCOLA DOS PROFETAS e Moisés também, em varias situações, foi usado como PROFETA DE DEUS não perdendo sua natureza de HOMEM NATURAL. Portanto a importância do N.TESTAMENTO, pois ele nos dá clareza destes momentos, não só de Moisés como de tantos outros na V. TESTAMENTO.

 

Moisés foi o homem que o ESPÍRITO DE DEUS inspirou para nos revelar o LIVRO DE GÊNESIS, bem como a TORÁ (Pentateuco). O primeiro livro da BÍBLIA fornece uma perspectiva histórica sólida e importante para o restante das SAGRADAS ESCRITURAS, cobrindo mais tempo que todos os demais LIVROS COMBINADOS. O extenso escopo do Éden a Ur a Hará a Canaã ao Egito, faz dessa obra absolutamente singular e fundamental não apenas a introdução á TORÁ (Pentateuco), mas às ESCRITURAS SAGRADAS como um todo. Gênesis é especialmente crucial para uma compreensão da Revelação, porque o primeiro e o último capítulo da BÍBLIA se acham intimamente entrelaçados.

 

2. ÊXODO; Quer dizer SAIDA ou PARTIDA do povo de Israel do Egito e sua volta, chamamos de DIÁSPORA.

 

No próprio LIVRO DO ÊXODO há indicações claras deque Moisés é o autor da obra, ou escrito muito de suas seções (Êx. 17:14; 24:4; 34:27, ainda que posa não ser uma autoria na sua totalidade. Além disso, Josué 8:31 refere-se ao mandamento de Êxodo 20:25 como “...está escrito no LIVRO DA TORÁ, LEI DE Moisés...”. Os capítulos 20 a 23 declaram que Moisés foi autor do LIVRO DA ALIANÇA, que inclui:

1º OS DEZ MANDAMENTOS;

2º OS JUÍZOS;

3º OS ESTATUTOS QUE OS ACOMPANHAM (Êx. 24:4,7);

4º O CÓDIGO SACERDOTAL (que trata do ritual do Tabernáculo e do sacerdócio, caps. 25:1, 23, 31; 26:1 etc).

5º A EDIFICAÇÃO DA CASA DO SENHOR (Êx. 39:32);

6º A VITÓRIA DE ISRAEL SOBRE OS AMALEQUITAS (17:4);

7º A CITAÇÃO DO MESSIAS (Êx. 3 ao falar da ressurreição dos mortos, chamou a TORÁ (Pentateuco em geral o LIVRO DE ÊXODO em particular de “LIVRO DE MOISES” Mc.12:26).

 

Este Livro mostra que seu autor era um homem altamente instruído, residente no Egito por longo tempo e testemunho ocular do formidável êxodo israelita. A escrita de um nobre, e grande conhecedor da sequência das colheitas no BAIXO EGITO (Êx.9:31-32), revela um homem com visão de governo; suas descrições se conformam exatamente as situações hoje conhecidas (Êx. 2:3, 12). E ele inclui detalhes compatíveis apenas com o relato de alguém que vivenciou na pele e na alma os incidentes descritos (Êx.15:27).

 

Segundo o texto bíblico de 1º Reis 6:1, o êxodo do povo de Israel aconteceu 480 anos antes do quarto ano do reinado de Salomão. Com essa data deve ser o anos 966 a.C., é tradicional e mais correto afirmar que o êxodo ocorreu por volta de 1446 no reinado de Amentotepe II; o que inclui os chamados “ter anos de Juízes (Jz 11:26). Existe uma segunda corrente importante de estudiosos que acreditam que esse evento ocorreu em data menos recuada, por volta de 1290 a.C, durante o reinado de Ramsés II (1299 a 1232 a.C). Além disso, ainda que a cronologia egípcia referente à dinastia: Tutmés III sejam um tanto imprecisa, modernas descobertas arqueológicas egípcia referente à Dinastia XVII seja um tanto imprecisa, moderna descobertas arqueológicas e estudos mais profundos contribuem para a sustentação da tese mais tradicional, revelando que dois faraós dessa dinastia: Tutmés III e o filho de Amunotepe II, foram respectivamente os faraós da tirania e do tempo da partida dos israelitas (Êx.2:15, 23; 3:10). Contudo, o surgimento do nome Ramessés II em Êxodo 1:11 tem estimulado muitos exegetas à dedução de que o faraó Seti I (Dinastia XIX), e o filho Ramessés II foram os faraós da opressão e do êxodo. Algumas avaliações arqueológicas mais recentes não são conclusivas, chegando a atribuir outra data que se situaria mais próxima da Dinastia XVIII; entendendo que a citação do nome Ramessés (Êx. 1:11 é fruto de uma atualização feita por algum copista nos séculos que se seguiram à morte de Moisés, procedimento que talvez ajude a explicar o aparecimento do mesmo nome em Gênesis 47:11. De qualquer forma, até hoje, não existe qualquer razão objetiva e comprovada para que se altere em muito a data tradicionalmente aceita para o grande êxodo do povo de Israel, quando o Senhor Deus os libertou da escravidão egípcia por volta de 1446 a.C.

 

3. LEVÍTICO

 

Significa: Relativo ao seu Nome e “YAHWEH, CHAMOU”. Diz respeito ao culto adoração, afinal está prática era clara entre os deuses pagãos, portanto era preciso que o exercício de adoração também tivesse esta mecânica e depois, na NOVA ALIANÇA os verdadeiros adoradores adorariam a Deus em espírito e verdade.

 

Em mais de 50 passagens neste LIVRO afirma-se que YAHWEH, falou tais palavras a Moisés, que as anotou pessoalmente, ou mandou registrar (4:1; 6:1; 8:1; 11:1; 12:1). È preciso também entender que havia todo um desconforto em Moisés, portanto entre a fala de Deus a Moisés e toda cultura, medo e zelo de Moisés precisamos entender no N.Testamento o que foi dito por Deus e o que foi interpretado por Moisés. O próprio Jesus, também atestou a autoria mosaica de LEVÍTICO (Mc. 1:44 em relação a Lv. 13:49).

 

AS ESCRITURAS descrevem o LIVRO DE LEVÍTICO como oráculo divino transmitido a Israel logo depois os israelitas foram adotados como o povo com quem Deus estabeleceu sua ALIANÇA (Êx. 19:5). Foram-lhes dada a TORÁ, a LEI MORAL BÁSICA; O DECÁLOGO (Êx. 20), e a presença de Deus viera habitar no TABERNÁCULO recém-constuído (Êx. 29:43; 40:34\0. Logo em seguida foi concedido o LIVRO DE LEVÍTICO, de acordo com a promessa que o próprio Senhor havia feito (Êx. 25:22), a fim de que servisse de  Palavra de orientação segura para louvor a Deus e para a vida diária em santidade. Contudo, sua legislação e eventos relatados cobrem apenas algumas poucas semanas vividas elos israelitas naquela época: desde a edificação do TABERNÁCULO por Moisés (Êx. 20:17) até a partida de Israel do MONTE SINAI menos de dois meses mais tarde (Nm. 10:11).

 

O tema principal no LIVRO DE LEVÍTICO é o de SANTIDADE (Lv. 11:44). A humanidade precisa entender a SANTIDADE de DEUS nos separando unicamente para Ele. Somos SANTOS porque Deus nos separou para Ele. No LIVRO de LEVÍTICOS a santidade espiritual é simbolizada pela perfeição física. Por isto, as prescrições exigem animais sem qualquer defeito para seus muitos sacrifícios (Caps. 8-10):

1º A HEMORRAGIA DA MULHER DEPOIS DE DAR A LUZ (CP. 12);

2º AS ÚLCERAS, AS QUEIMADURAS OU ATÉ MESMO A CALVICIE E A QUEDA ANORMAL DE PELOS (Caps 13-14);

3º O FLUXO DO CORPO DO HOMEM (15:1-18);

4º AS ATIVIDADES ESPECÍFICAS DURANTE OS PERÍODOS MENSTRUAIS (15:19-33).

 

 

4. NÚMEROS -  Significado: Listas e censo (Nm. Caps 1ª 26).

 

Ao longo da história, a autoria desse livro tem sido atribuída a Moisés. Essa conclusão tem os seguintes fundamentos:

1º- AS ESCRITURAS fazem decalrações categóricas a respeito da atividade do PROFETA MOISÉS como escritor (Nm. 33:1, 2; Êx. 17:24; 24:4; 34:27);

2º - É muito provável que, originalmente, a TORÁ (Pentateuco) tenha sido uma obra soe, nesse caso, fica ainda mais evidente a autoria geral de Moisés. Evidentemente, é possível aceitar que trechos em toda obra tenhas sido acrescentados pelos próprios amanuenses do autor, copista ou escribas em períodos posteriores da historia de Israel; portanto, a afirmação registrada sobre a humildade de Moisés (Nm.12:3) dificilmente seria algo que viesse diretamente da boca do autor, contudo, seu amanuense (secretário especializado na arte de escrever, que acompanhava a vida de um autor, ouvia seu depoimento e o registrava nu sêfer, rolo ou livro em hebraico) pode ter feito tal observação. Contudo, até nossos dias, mesmo considerando todas as pesquisas e tecnologia, é razoável tomar por certo que Moisés tenha escrito (ou ditado) o conteúdo essencial do LIVRO DE NÚMEROS, a exemplo de toda a TORÁ (Pentateuco). Nesse sentido, tanto estudiosos judeus como cristãos têm tradicionalmente considerado que Moises foi o autor do LIVRO DE NÚMEROS. Visto que a época de Moisés ocorreu, pelo menos, mil e trezentos anos antes dos dias de Jesus, o LIVRO, em sua forma atual, tem passado pela mão de inúmeros copistas e revisores, e até mesmo o original hebraico foi transliterado de um tipo de escrita para outro no decorrer da História. Contudo, as mais recentes e importantes pesquisas e descobertas arqueológicas têm confirmado a precisão dos relatos bíblicos em relação às leis da antiguidade, a organização das instituições israelitas e condições de vida civil, moral e religiosa do povo descritas no LIVRO DE NÚMEROS. Finalmente, um dos pontos fortes na defesa da autoria mosaica e da preservação dos manuscritos originais da época, bem como o acerto preciso de seus relatos, é o fato da elevada estima do povo judeu pela pessoa e obra de Moisés, e o zelo com que, desde a antiguidade, protegem tudo quanto se refere ao seu livro magno: a TORÁ (Pentateuco) e seu autor, Moisés.

 

No deserto, livro cujo titulo em português “NÚMEROS” vem da SEPTUAGINTA (a mais antiga tradução grega do AT), e baseia-se nas listas do censo descritas nos capítulos 1ao 26 da obra; por isso o título em hebraico revela melhor o seu conteúdo. NÚMEROS apresenta um relato do período de 38 anos em que o povo de Israel peregrinou no deserto após a promulgação da ALIANÇA DO SINAI rumo a seu estabelecimento na PALESTINA (Nm. 1:1 em relação da Dt. 1:1). Ainda que esses quase 40 anos sejam considerados como um tempo de peregrinação, tornas-se claro que o povo viveu ao sul da própria terra de Canaã, parcialmente na área conhecida como Neguebe, nãomuito distante de Cades-Barneia. Durante esses anos todos o TABERNÁCULO foi o ponto central tanto da vida civil como da vida religiosa, visto que foi ali que Moisés desempenhou os de seus deveres administrativos. Pode-se inferir que os israelitas da época seguiam as atividades domésticas típicas dos povos nômades, vivendo em tendas (provisórias), levando seus rebanhos a passar nas estepes semiárias. Essas circunstâncias requerem provisões divinas especiais quanto a alimentação e água. Portanto, Deus é apresentado nesse livro como um REI SOBERANO que exige obediência absoluta à sua vontade, mas também revela e demonstra sua misericórdia infinita e generosa aos penitentes (arrependidos) e aos crentes (todos aqueles que nele creem).

 

5. DEUTERONÔMIO

 

O título deste livro em português: DEUTERONÔMIO, tradicionalmente utilizado nas versões correntes da BÍBLIA, deriva de uma tradição incorreta na SEPTUAGINTA, LXX (a tradução grega mais antiga do AT, publicada por volta do ano 285 a.C) e na VULGATA (tradução de Jerônimo do AT para o latim na IV século), em relação a uma expressão que aparece em Dt. 17:18, que em hebraico significa “Uma cópia desta LEI”, ou seja ‘Elleh Daddevarim | Estas são as palavras; portanto, o título judaico que significa de forma simplificada “palavras” (derivam, em hebraico), vem como de costume das primeiras palavra que abrem o primeiro capítulo do SÊFER, rolo, livro; o que é típico dos inícios de antigos tratados de suserania (Dt. 19:3). Boa parte do material de Deuteronômio segue o modelo de tais tratados, apresentando as responsabilidades da nação de Israel como povo em Aliança com Deus. Esse é o livro que resume e repete muitas LEIS contidas em Êxodo, Levítico e Números.

 

O livro ode ser analisado também como uma constituição para a teocracia do povo de Israel uma vez que estivesse estabelecido na terra. Sua estrutura equivale à do típico tratado de suserania da época:

1º- PREÂMBULO (1:1-5;

2º- PRÓLOGO HISTÓRICO (1:6; 4:49);

3º- PROVISÕES PRINCIPAIS (5:1; 26:19);

4º- MALDIÇÕES E BÊNÇÃOS (27:; 30:20) e

5º- DISPOSIÇÕES PARA A CONTINUAÇÃO DA ALIANÇA (31:3; 33:29).

O próprio Senhor Jesus citou este LIVRO ao responder à propostas ardilosas do diabo (opositor) em Mateus 22:37: dos 27 livros que compõem o CANON no NT, dezessete cita alguma passagem de Deuteronômio.

 

O próprio livro atesta que, em sua maior parte, Moisés foi seu autor, escrevendo de próprio punho ou ditando parte a seu amanuense ou secretário, conforme o costume em sua época e cultura (Dt. 1:5; 31:9, 22, 24), e outros livros do AT apoiam essa explicação (Iº Rs. 2:3; 8:53; IIº Rs. 14:6; 18:2); ainda que o preâmbulo (Dt. 1:1-5) talvez tenha sido escrito por outra pessoa, e, obviamente, o relato da morte de Moisés (Cap. 34) também, porquanto era tradição se acrescentar à obra de um grande escritor o seu obituário. Josué bem poderia ter feito essa homenagem ao amigo e mestre. O próprio Jesus confirma a autoria mosaica (Mt. 19:7,8; Mc. 10:3-5; Jo. 5:46,47), assim como outros grandes personagem e escritores do NBT (At. 3:22, 23; 7:37, 38; Rm. 10:19). E mais, Jesus, recomenda a leitura deste livro como senda PALAVRA DE DEUS (Mt. 4:4, 7, 10). No NT há quase 100 citações do LIVRO DE DEUTERONÔMIO e referências a ele. A tradição ratifica de modo uniforme a autoria mosaica da obra (Mc. 12:19).